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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Jornal Nacional comenta sentença de morte de Yousef Nadarkhani

De acordo com a ACLJ o pastor iraniano pode ter sido enforcado por ter se convertido ao cristianismo



 
Jornal Nacional comenta sentença de morte de Yousef Nadarkhani
O Jornal Nacional desta quinta-feira, 23, noticiou a sentença de morte dada ao pastor Yousef Nadarkhani que está preso desde 2009 no Irã por ter se negado a voltar para a fé islâmica.
De acordo com a ACLJ (sigla em inglês para Centro Americano para Lei e Justiça) a condenação do iraniano já foi emitida pelas autoridades e não há como saber se o pastor continua vivo ou não.
Na reportagem o correspondente da Rede Globo nos Estados Unidos conversa com o coordenador do centro que foi uma dos principais mobilizadores na tentativa de impedir que o iraniano fosse morto.
“Nós não sabemos se ele está vivo neste momento”, diz Jordan Sekulow que acredita que só a pressão internacional pode salvar o pastor Nadarkhani. Sekulow diz também que como o Brasil tem boas relações com o Irã seria interessante usar essa diplomacia para tentar livrar Yousef da morte.
Nos últimos três anos o caso de Yousef Nadarkhani tem sido julgado pelas cortes superiores do Irã e o pastor teve algumas chances para negar sua fé em Jesus e voltar a ser muçulmano, como não aceitou ele foi condenado à morte por enforcamento.
De acordo com o diretor da ACJL as ordens de execução não são divulgadas e por esse motivo fica difícil confirmar se o pastor está vivo ou não. Em 2011 quando o caso começou a repercutir diversas autoridades internacionais se manifestaram em favor do cristão, mas o governo iraniano não cedeu.

Marco Feliciano conversa com ministros para que intercedam pela vida de Yousef Nadarkhani

 
Marco Feliciano conversa com ministros para que intercedam pela vida de Yousef Nadarkhani
Como o Brasil tem boas relações com Irã é possível encontrar uma forma de salvar o pastor que pode ser enforcado a qualquer momento


 
Marco Feliciano conversa com ministros para que intercedam pela vida de Yousef Nadarkhani
Diante das informações de que o pastor iraniano Yousef Nadarkhani pode ser enforcado a qualquer momento, o deputado federal Marco Feliciano conversou com o secretário-Geral da Presidência da República, o ministro Gilberto Carvalho, e com a chefe da Casa Civil, a ministra Gleice Hoffmann para que eles intercedam junto ao governo Irã sobre o caso.
“Continuemos em oração pelo Pr. Youcef Nadarkhani do Irã. O planalto está se movendo. Os ministros falaram comigo e prometeram se esforçar”, escreveu o pastor em seu Twitter.
Na quinta-feira, 23, o Jornal Nacional divulgou uma entrevista com o diretor da ACLJ  (Centro Americano pela Lei e a Justiça), Jordan Sekulow, que afirmou ser impossível confirmar se o pastor ainda está vivo, mas que a pressão de países como o Brasil, que tem bons relacionamentos diplomáticos com Irã pode ajudar o caso.
Yousef foi preso em 2009 e desde então passou a ser julgado pelo crime de apostasia, por ter deixado o Islã e se tornado cristão. Ele teve algumas oportunidades de negar a Jesus Cristo, mas não o fez e por isso foi condenado a morte por enforcamento. Nadarkhani é casado e tem dois filhos. Na prisão ele foi orientado por diversas vezes a se converter novamente ao islamismo para poder ser liberto.
“A ordem de execução não é divulgada publicamente. A única coisa que pode salvar Nadarkhani é a pressão internacional, principalmente de países como o Brasil, que tem boas relações diplomáticas com o Irã”, disse Sekulow em entrevista ao Jornal Nacional.
A ACLJ tem feito um trabalho de divulgação internacional sobre o caso, conseguindo que importantes líderes internacionais se manifestassem sobre o caso, mas até o momento nenhum deles conseguiu impedir que a sentença de morte fosse revogada.
Em outubro passado parlamentares evangélicos conversaram com o embaixador do Irã no Brasil, Mohsen Shaterzadeh, para falar sobre o caso e tiveram dele a palavra de que as acusações não eram sobre ele deixar o Islã, informações que para a ACLJ, que tinha contato com fontes ligadas a Nadarkhani, foram acusações inventadas para despistar a pressão internacional.
O Irã é apenas um dos países que perseguem o cristianismo. No site do ministério Portas Abertas é possível encontrar uma lista de países onde a Igreja é perseguida. Ore pelos nossos irmãos que vivem nessas regiões e que são alvos de ataques violentos.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Candidatura do líder da AD no Pará contempla história de engajamento social

Pastor Gilberto Marques: líder da AD no Pará
Candidatura do líder da AD no Pará contempla história de engajamento social
O líder da Convenção Interestadual de Ministros e Assembleias de Deus no Estado do Pará, pastor Gilberto Marques, é um dos indicados ao Prêmio Nobel da Paz em 2012. A comissão brasileira, responsável pela indicação do ministro paraense, é composta por grupo de pastores liderados pelo radialista MM do Brazil.
O Nobel da Paz é um dos seis prêmios legados pelo inventor da dinamite, o sueco Alfred Nobel. Segundo a vontade do acadêmico, o prêmio deveria distinguir “a pessoa responsável pela maior ou melhor ação pela fraternidade entre as nações, pela abolição e redução dos esforços de guerra e pela manutenção e promoção de tratados de paz”, reza documento do Comitê Nobel.
Os indicados são criteriosamente avaliados, segundo os rigores do Comitê Internacional do Nobel. Em seguida um grupo de conselheiros fixos e especiais - ou seja, que conhecem profundamente a história de determinados candidatos - analisa as candidaturas. O laureado recebe o prêmio na Cerimônia do Prêmio Nobel da Paz, em dezembro, na cidade de Oslo, na Noruega, das mãos do presidente da fundação responsável, Sr. Thorbjorn Jagland.

A farsa sobre Jotinha. Porque ele não foi homenageado nas comemorações do Centenário da AD?



Por meio da verdadeira história dos hinos, cujo texto está publicado abaixo neste blog, e do resultado de uma investigação feita por várias pessoas, entre elas pastores, confirma-se que Jotinha e suas histórias podem se constituir numa farsa.

Na investigação verificou-se que os números do RG e CPF que constam na ficha cadastral do senhor José Rodrigues (Jotinha) na CGADB, sob o Nº 43.610, são os mesmos de José Rodrigues Ferreira cujos dados pessoais são os seguintes: nascido em 22 de junho de 1935, na cidade de São Gonçalo, no Estado do Rio de Janeiro, filho de Pedro Vicente Ferreira e Idalina Rodrigues Ferreira, divorciado em 1987 de Esmeralda da Silva Ferreira, cujo casamento aconteceu em 30/12/1961.

Conclui-se, então, que:

- José Rodrigues (Jotinha) é, na verdade, o senhor José Rodrigues Ferreira.

- José Rodrigues (Jotinha) não nasceu em Israel e nem é filho de judeus. Ele nasceu no Estado do Rio de Janeiro e seus pais são brasileiros.

- José Rodrigues (Jotinha) nasceu em 1935 e tem, portanto, 76 anos.

- José Rodrigues (Jotinha) não pode ter convivido com Gunnar Vingren, porque este morreu em 1933 na Suécia antes de Jotinha ter nascido. Com Daniel Berg, muitos irmãos antigos conviveram com ele porque este viveu no Brasil até 1962.

- José Rodrigues (Jotinha) não teve o tal encontro com a irmã Frida Vingren sobre o hino 126, embaixo de um pé de pitomba, porque Frida e Gunnar Vingren retornaram para a Suécia em 1932 (antes de Jotinha nascer) e nunca mais voltaram (Gunnar morreu em 1933 e Frida em 1940).

- José Rodrigues (Jotinha), diferentemente do que ele afirma, já foi casado e divorciou-se.

Obviamente, José Rodrigues (Jotinha) não poderia sequer ter menção nas comemorações do Centenário das Assembleias de Deus por apresentar uma história que já há algum tempo, pelos motivos expostos acima, tem-se evidenciado não ser verdadeira.

fonte: 
http://dicionariomovimentopentecostal.blogspot.com

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Festival " Promessas " ficou só na promessa "


Show gospel debaixo de chuva desanimou quem vinha de longe usando transporte público e não juntou nem 20 mil.
Quem leu a notícia do G1 achou que o show da gravação da atração evangélica de fim de ano da TV Globo foi um sucesso de público. O título da reportagem do RJ TV e do portal das organizações Globo foi: Multidão comparece ao Festival Promessas. As imagens da própria TV Globo, contudo, confirmam a estimativa da Polícia Militar do RJ de que o público presente não passou de 20 mil pessoas, contra os esperados e propagandeados 200 mil expectadores. Veja aqui.
A Folha.com e outros noticiosos apontaram a ausência de nomes importantes como Aline Barros e outros artistas, que ficaram de fora da premiação, como razões para o público minguado do evento. Pura bobagem. Quem ficou de fora, com a honrosa excessão de Cassiane, não está com esta bola toda não.
Outros eventos contando com um elenco muito menos expressivo do que o reunido no “Promessas” juntou multidão dez vezes maior. Não precisamos ir muito longe: Diversos shows do próprio Diante do Trono reuniram público próximo ao esperado para este evento e, justiça seja feita, Aline Barros nunca juntou sozinha público comparável ao de Ana Paula Valadão, Cassiane e outros artistas do segmento, para encurtar a lista.
Portanto, a ausência de outras estrelas não foi a razão do insucesso de público. As escolhas feitas e as decisões de boicote de outras gravadoras são movimentos de disputa de mercado. Obviamente, o “Promessas” não é “neutro e a escolha dos participantes foi muito influenciada pelos interesses da gravadora Som Livre. Contudo, há três questões que realmente pesaram no fracasso de público, na opinião de quem entende do assunto:
A chuva. O público-alvo deste segmento de música é pertencente às classes B, C e E, majoritariamente, e o evento realizado na Zona Sul em local descoberto, distando uma boa caminhada da estação de metrô mais próxima e dos pontos de ônibus, debaixo de chuva forte, é francamente desfavorável à presença deste público que reside em locais distantes do centro e das áreas mais nobres da cidade.
 
Mas veja bem: a questão do perfil popular do público é a crucial. Não fosse por isto, a chuva não faria tanto estrago. Basta lembrar que o show de Roberto Carlos, no final do ano passado levou um milhão de pessoas à praia de Copacabana debaixo de uma chuva muito forte que só cedeu com o show pela metade. Ou seja, no popular: quem gosta deste tipo de música anda de buzão e mora longe.
Show de Roberto Carlos atraiu  1 milhão com chuva forte.
Outra boa razão foi a total desmobilização das denominações / comunidades evangélicas na promoção do evento. Shows de música gospel, queiram ou não, são entendidos pela maioria como eventos “espirituais” e a mobilização e o envolvimento das lideranças faz toda a diferença. Em geral, as comunidades vão aos shows, mais do que os indivíduos.
Finalmente, quem é do ramo sabe: Todo o processo de lançamento deste prêmio foi muito mal conduzido pelos gestores. Estes apostaram nos profissionais errados para a promoção, geraram antipatias com diversos grupos por conta de algumas ausências e escolhas fora de propósito, em questões de imagem e comunicação forçaram muito a barra no uso de jargões, simbologias e associações doutrinarias esdruxulas, carregaram nas tintas do marketing espiritual e, no fim das contas, conquistaram mais antipatia do que simpatia entre a liderança da igreja.
A TV Globo vai aprender, a duras penas, que neste “mundinho evangélico religioso” ninguém coloca azeitona na empada gospel de outros ministérios, grupos, lideranças, etc. e os “artistas” ainda tem sua imagem muito colada com suas respectivas denominações. Se a TV Globo mantiver uma estratégia forçadamente espiritual para um empreendimento claramente comercial vai descobrir que até tem crente bobo, mas a liderança é esperta e, para a maioria, a TV Globo “falando gospel” desce arranhado a garganta até mesmo do “levita” mais empedernido.
Devagar com o andor que o ídolo gospel é de barro.

Pr. Samuel Câmara (Cimadb) e Pr. Gilberto Marques (Comieadepa) em concordância convidam CGADB - AGO 2013 para Belém - Pa


Pr. Samuel Câmara & Pr. Gilberto Marques - Belém - Pa.

O Pr. Samuel Câmara, presidente da Convenção e Igreja Mãe da Assembleia de Deus em Belém - Pa (CIMADB), em concordância com o Pr. Gilberto Marques, Presidente da Convenção da AD no Pará (COMIEADEPA), enviaram ofícios à Diretoria da CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, convidando a próxima AGO da instituição que acontecerá no ano de 2013, quando também haverá eleição para uma nova gestão da Diretoria, no sentido de que seja realizada em Belém do Pará.

Conforme fac-símiles abaixo, os quais recebí por e-mail na madrugada de hoje, os ofícios foram expedidos em 25 e 24 de Agosto, respectivamente, sendo que ambos foram protocolados na mesma data, ou seja, 16.09.2011 na Secretaria Geral da CGADB.

Considerando ser essa, uma notícia inesperada no arraial assembleiano, resta agora orarmos e aguardarmos a decisão da Diretoria da CGADB.

Essa foi a notícia menos esperada do ano em âmbito assembleiano. Mas acabei de recebê-la por email nesta madrugada, com os fac-símiles das cartas-convite. Por muitas razões que não precisam ser comentadas, acredito que a maioria dos pastores, senão todos, não tinham condições de admitir tal possibilidade. Mas aconteceu. 

A CIMADB (Convenção da Igreja-Mãe) e a COMIEADEPA (Convenção do Estado do Pará) se articularam entre si e formalizaram convite à Mesa Diretora da CGADB para que a próxima Assembleia Geral da CGADB em abril de 2013 seja realizada em Belém. E agora? Como a Mesa Diretora decidirá? Afinal, o óbice que poderia existir - a falta de apoio de um dos lados - já não prevalece. Ambas as convenções concordam e apoiam. Vamos aguardar os próximos desdobramentos. Veja, a seguir, o fac-símile de ambas as cartas:







quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Pastor Oscar Domingos de Moura assume a primeira vice-presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil

Pastor Oscar Domingos de Moura assume a primeira vice-presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil
A posse aconteceu durante a reunião da Mesa Diretora da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) no dia 29 de junho de 2010 na sede da instituição, no Rio de Janeiro. A vaga na Mesa Diretora ficou disponível devido à renúncia do pastor Silas Lima Malafaia, como já divulgada neste site.
Pastor Oscar Domingos Moura, líder da Convenção das ADs no Estado do Espírito Santo e Outros (Cadeeso), foi o segundo mais votado para o cargo na 39ª Assembleia Geral Ordinária da CGADB realizada no Espírito Santo em abril de 2009. Mediante liminar expedida pela terceira vara cível da cidade de Serra, no Espírito Santo, assinada pela juíza Telmelita Guimarães Alves, pastor Oscar assumiu o cargo, pelo qual aspirava havia algum tempo. “A gente já esperava desde a eleição que acontecesse essa vitória, mas na eleição não veio; veio depois”, declarou Moura.